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O laboratório da Silubrin é certificado pela ISO 9001:2008 e oferece uma ampla gama de ensaios para óleos lubrificantes permitindo que as decisões relacionadas à manutenção maximizem a confiabilidade dos ativos para que os mesmos gerem maiores resultados. A maior parte dos resultados são emitidos e enviados ao cliente em até 3 dias úteis.
Além da extensa lista de ensaios avulsos, a Silubrin desenvolveu uma série de pacotes para auxiliá-lo na escolha das análises mais adequadas que lhe fornecerão melhores pareceres sobre o estado atual de sua máquina e de seu óleo.
Por saber da importância dos resultados da análise de óleo, nossa equipe especializada fornece recomendações para que os gerentes de manutenção possam avaliar, de forma mais efetiva, a condição do equipamento, planejar melhor a manutenção, prevenir quebras e maximizar a disponibilidade operacional de seus ativos.
Abaixo estão listados os ensaios realizados em nosso laboratório e respectivas metodologias de trabalho:
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Trata-se de uma ferramenta que analisa e avalia, a fundo, as características
físico-químicas do lubrificante. Os ensaios mais importantes
são: Viscosidade, como sendo a resistência
oposta ao escoamento e consiste na medição do tempo
que um fluído leva para escoar por um capilar, sob uma determinada
temperatura, entre duas marcas existentes em um tubo aferido (fatorado);
TAN, que corresponde à massa em miligramas
de Hidróxido de Potássio (KOH) necessária para
neutralizar um grama de óleo (mgKOH/g). Indica a quantidade
de todas as substâncias contidas no óleo que reagem com
hidróxido de potássio. Normalmente são ácidos
orgânicos, sabões de metais, produtos de oxidação,
nitritos e nitrocompostos e ainda outros compostos, que podem estar
presentes como aditivos e que reagem com hidróxido de potássio;
e Água, para a determinação
da quantidade de água dissolvida e livre no lubrificante, medida
em ppm ou em %. Pode ser determinado em ensaios rápidos por
crepitação ou aspecto do óleo, ou através
de ensaios mais elaborados de laboratório por destilação
ou Karl-Fischer.
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Atende a norma ASTM D4377 - NBR 11348
Objetivo: determinar a quantidade de água (mg/kg) presente em amostras de lubrificantes e produtos de petróleo. Este método de ensaio é realizado través da Titulação Potenciométrica, utilizando o reagente de Karl Fischer.
Este ensaio é baseado na oxidação do Dióxido de Enxofre por Iodo em presença de Água, desta forma é possível analisar baixos e altos teores de água.
Este método não se aplica para óleos de motores e graxas, pois estes geralmente possuem aditivos que levam a reações paralelas com o reagente de KF e simula um alto conteúdo de água. |
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Atende a norma ASTM D95 - NBR 14236
Objetivo: determinar o percentual de água presente em amostras de graxas, óleos lubrificantes, fluidos de corte e produtos de petróleo. Este método de ensaio utiliza a técnica de destilação por arraste de vapor de água na presença de um solvente imiscível em água.
Neste ensaio uma massa conhecida de amostra é aquecida em conjunto com um solvente imiscível em água. A água contida na amostra é vaporizada e destilada em conjunto com o solvente imiscível, os dois vapores são condensados e separados em um coletor apropriado, onde devido à imiscibilidade permanecem separados em duas fases (solvente/água), desta forma é possível a determinação do percentual de água presente na amostra. |
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Objetivo: verificar a presença ou não de água em amostras de lubrificantes, através do aquecimento da amostra a temperatura superior a temperatura de ebulição da água. Desta forma, quando a amostra apresentar teores significativos de água é possível verificar a formação de bolhas, formação de espuma e estalidos.
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Objetivo: estabelecer critérios para determinação de Aparência Visual/Cor de lubrificantes, através da comparação da cor da amostra com uma tabela de cores pré-definida.
Através deste ensaio é possível notar alterações de cores entre os lubrificantes novos e usados. As alterações de cores podem indicar a formação de produtos de degradação, tais como, produtos de oxidação.
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Atende a norma SAE AS4059E, ISO 4406:1987, ISO 4406:1999, NAS 7638
Objetivo: determinar a contaminação por partículas em fluidos hidráulicos.
Neste ensaio uma amostra representativa de óleo lubrificante hidráulico é analisada em um equipamento automático, que opera com um raio laser (tipo diodo) focalizado e colimado para que os raios sejam paralelos e iluminem fortemente o pequeno volume de amostra onde estão passando, em alta velocidade, as partículas. As partículas refletem e refratam, portanto, espalham esta luz recebida. Um sensor ótico de alta sensibilidade (fotodiodo) montado a certo ângulo com relação à direção da luz mede a quantidade de luz espalhada pelas partículas. A detecção da quantidade e do tamanho das partículas é feita simultaneamente, pois o detector ótico utilizado, além de ter alta sensibilidade, possui altíssima velocidade de resposta e de detecção da luz espalhada.
Os fatores de interferência deste princípio de medição são os fluidos estranhos (partículas de água) e as pequenas bolhas de gases que causam desvio ou quebra da luz e assim são contados como partículas. Outro fator é que às vezes duas partículas passam praticamente juntas, ou se tocando, e o contador poderá facilmente confundir o espalhamento da luz quase simultâneo de duas partículas pelo de uma única partícula maior. |
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Atende a norma SAE AS4059D, ISO 4406:1999, NAS 7638
Objetivo: classificar a contaminação por partículas em fluidos hidráulicos, através de foto-comparação.
Neste ensaio são filtrados 100 ml de amostra através de uma membrana de análise, com uma abertura média de poros de 1µm e marcações de campo (quadriculada). Posteriormente esta membrana é analisada em um microscópio ótico, onde são comparadas com fotos padrões, de análises de contagens anteriores, que permitem determinar e classificar a contaminação de fluidos hidráulicos. |
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Atende a norma ISO 4405
Objetivo: determinar a quantidade em massa de partículas contaminantes em relação a um determinado volume de lubrificante.
Neste ensaio uma membrana de análise é preparada e pesada, conforme procedimentos padrões, um volume conhecido de amostra é filtrado através da membrana que possui uma abertura média de poros de 8 μm. A membrana é lavada com solvente apropriado para a total remoção do lubrificante, seca e pesada novamente. A diferença entre as pesagens da membrana antes e depois da filtragem é a quantidade em massa de contaminantes.
Este método pode ser utilizado em amostras que contém altos teores de contaminantes. |
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Objetivo: determinar o percentual de contaminação de combustíveis em óleos lubrificantes utilizados em motores de combustão interna a Gasolina, a Álcool ou a Diesel.
Neste método são confrontados os valores de viscosidade a 40ºC do óleo lubrificante novo com o valor encontrado na amostra do óleo em uso, com o auxílio de um gráfico padrão é possível determinar o percentual de combustível presente na amostra.
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Atende a norma ASTM D6595, ASTM D6758
Objetivo: identificar, quantificar e monitorar elementos químicos de desgaste metálico, contaminantes e aditivos presentes em amostras de óleos lubrificantes novos e usados. Através do método de ensaio ASTM D6595, é possível determinar rapidamente a presença de desgaste anormal, presença de contaminantes e alterações no nível de aditivos, servindo como uma ferramenta indispensável na manutenção.
O método de ensaio ASTM D6728, permite a determinação de contaminantes e materiais, resultantes de corrosão por combustíveis no motor de turbina a gás ou diesel. Experiências anteriores de funcionamentos das turbinas a gás e motores a diesel têm demonstrado que algumas das cinzas formadoras de substâncias presentes nos combustíveis podem levar a uma temperatura elevada, corrosão, deposição de cinzas, e entupimento do sistema de combustível. Este método proporciona uma rápida determinação de contaminação e elementos corrosivos, que variam de frações a centenas de mg/kg, garantindo assim a qualidade dos combustíveis e o nível de tratamento exigido.
Na Espectrometria de Emissão Atômica (EEA) ou Emissão Ótica (EEO) uma descarga elétrica é utilizada como fonte de excitação dos átomos dos elementos químicos presente na amostra, estes elementos químicos quando excitados são elevados a um nível maior de energia, os mesmos tendem a retornar naturalmente ao Estado Fundamental de menor energia, quando eles retornam emitem uma radiação, emissão ou luminescência com característica de comprimento de onda especifico para cada elemento químico, essas ondas são identificadas no equipamento pelo seu comprimento e intensidade resultando na identificação dos elementos químicos e na quantidade (mg/kg) presente na amostra.
Nosso equipamento opera com Eletrodo de Disco Rotativo, onde pelo método convencional de operação detecta partículas de até 10µm e pelo método RFS - Rotrode Filter Spectroscopy são detectadas partículas de até 100µm. |
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Objetivo: quantificar as partículas metálicas de desgaste presentes em amostras de óleos lubrificantes, classificando-as em menores que 5µm (S) e maiores que 5µm (L), assim podem ser definidos a quantidade total de partículas (L+S), o PLP percentual de partículas grandes (L) em relação ao total de partículas PLP = (L-S) / (L+S) x 100.
O DR preenche a lacuna entre espectroscopia, monitoramento de condição do lubrificante e detectores de partículas que medem partículas pequenas demais para indicar condições de desgaste anormais ou tão grandes que no momento que aparecem já houve um desgaste significativo na máquina.
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Objetivo:método técnico analítico que permite a observação visual das partículas e identificação dos tipos de desgaste presentes no sistema de lubrificação.
Na Ferrografia Analítica uma amostra representativa de óleo lubrificante ou graxa é processada em um equipamento “Preparador de Ferrograma”, que possui um campo magnético de linhas de força não uniforme, mas de intensidade menor na entrada do fluxo e um gradiente crescente de intensidade máxima na saída. Desta forma, conforme a amostra flui a uma baixa vazão sobre uma lamínula de vidro as partículas ferromagnéticas de maior tamanho se depositam logo na entrada, sendo que na saída pode-se observar partículas menores de até 0,1μm. As partículas são identificadas pela forma com que se alinham, seguindo a direção das linhas de força do campo magnético. As partículas paramagnéticas ou não magnéticas como, ligas de alumínio, cobre, prata, estanho e outros contaminantes, tais como, areia, borracha, fibras e outros, depositam-se de forma aleatória ao longo do ferrograma.
Neste método até 98% das partículas presentes na amostra permanecem retidas na lamínula de vidro, que será observada em um Microscópio Ótico especial “Ferroscópio” onde são avaliados o tamanho, formato, composição e concentração de partículas contidas.
Esta técnica é útil na análise de falhas, na rápida avaliação do desempenho de lubrificantes, presença de contaminantes e principalmente na Manutenção Preditiva.
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Atende a norma ASTM D974 - NBR 14248
Objetivo: determinar através da Titulação Colorimétrica o AN - Acid Number ou IA - Índice de Acidez, ou o BN – Base Number ou IB - Índice de Basicidade em óleos lubrificantes novos e usados.
Este método de ensaio é indicado para indicar a relação de mudanças que ocorrem em um óleo lubrificante durante o uso sob condições oxidantes, ou avaliar outras propriedades em óleos lubrificantes que possuam aditivos com constituintes de características alcalinas.
Este método de ensaio não é aplicável em óleos de coloração muito escura, pois o mesmo dificulta a visualização na mudança de coloração proporcionada pelo indicador colorimétrico, neste caso, para a determinação da acidez, recomenda-se o método de ensaio ASTM D664 e da basicidade o método ASTM D2896. |
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Atende a norma ASTM D664 - NBR 14448
Objetivo: determinar através da Titulação Potenciométrica o AN - Acid Number ou IA - Índice de Acidez em óleos lubrificantes novos e usados.
Este método de ensaio é indicado para indicar a relação de mudanças que ocorrem em um óleo lubrificante durante o uso sob condições oxidantes, ou avaliar outras propriedades em óleos lubrificantes novos.
Este método também é aplicável para óleos escuros, no qual a Titulação Colorimétrica torna-se inviável. |
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Atende a norma ASTM D2896 - NBR 5798
Objetivo: determinar através da Titulação Potenciométrica com Ácido Perclórico o BN – Base Number ou IB - Índice de Basicidade em óleos lubrificantes novos e usados.
Este método de ensaio é recomendado para avaliar componentes que podem ser considerados como tendo as características básicas, tais como, bases orgânicas e inorgânicas, aminoácidos, sais de ácidos fracos, os sais básicos de bases poliácidos e sais de metais pesados.
Este método também é aplicável para óleos escuros, no qual a Titulação Colorimétrica torna-se inviável. |
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Atende a norma ASTM D2270 - NBR 14358
Objetivo: calcular o IV - Índice de Viscosidade de óleos lubrificantes a partir da viscosidade cinemática medida a 40°C e 100°C.
Este método de cálculo abrange dois procedimentos A e B:
Procedimento A - Para os óleos lubrificantes com índice de viscosidade até 100;
Procedimento B - Para os óleos lubrificantes com índice de viscosidade de 100 ou superiores.
Esta norma não se aplica aos óleos lubrificantes com viscosidade cinemática inferior a 2,0 mm2/s (cSt) a 100°C. |
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Atende a norma ASTM D893 - NBR 14953
Objetivo: método para determinação de insolúveis em Pentano e em Tolueno, presentes em óleos lubrificantes usados, por meio de dois procedimentos:
Procedimento A: abrange a determinação dos insolúveis em Pentano, sem o uso de coagulantes. Este procedimento indica os materiais que podem ser facilmente separados da mistura óleo/solvente por centrifugação;
Procedimento B: abrange a determinação de frações insolúveis em óleos contendo aditivos detergentes e emprega um coagulante tanto na determinação dos insolúveis em Pentano quanto em Tolueno. Além dos materiais separados pelo procedimento A, este processo de coagulação separa alguns materiais que podem estar em suspensão no óleo.
Resultados obtidos pelos Procedimentos A e B não devem ser comparados, uma vez que geralmente dão valores diferentes. |
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Teste de Blotter, Método de Lantos.
Objetivo: este método de ensaio utiliza o principio de separação cromatográfica em papel combinado como princípio de insolúveis contido na norma ASTM D893.
O ensaio baseia-se na aplicação de uma pequena quantidade de óleo lubrificante em uma tira de papel absorvente especial, onde o papel é colocado em contato com o solvente, que por capilaridade flui sobre o mesmo, realizando a separação cromatográfica do óleo lubrificante e das substâncias presentes nele de acordo com a polaridade de cada componente.
Este ensaio fornece informações sobre o estado de funcionamento de motores de combustão interna e sobre o desempenho do lubrificante, verifica o tipo de combustão (completa ou incompleta), a não vaporização do combustível, fornece indícios sobre a qualidade do combustível e a situação dos injetores. |
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Atende a norma ASTM D92 - NBR 11341
Objetivo: método de determinação da temperatura de fulgor e inflamação em líquidos pouco voláteis e com temperaturas de fulgor acima 79ºC (175ºF) e abaixo de 400ºC (752ºF), exceto óleos combustíveis.
Neste método de ensaio uma determinada quantidade amostra é aquecida em um aparelho do tipo Cleveland, que utiliza um vaso de acondicionamento de amostra aberto à atmosfera. Desta forma conforme a amostra é aquecida uma pequena chama (fonte de ignição) é passada a uma distância padrão sobre a superfície da amostra. Quando a amostra desprender vapores inflamáveis que, em mistura com o ar, são suficientes para que ocorra uma chama rápida “Flash” na superfície da amostra, ou seja, ela não se estabiliza e apaga rapidamente, é determinado o ponto ou temperatura de fulgor. Segue-se o aquecimento e a passagem da chama até que a amostra inflame e a chama não se apague. Nesta temperatura é determinado o ponto ou temperatura de inflamação da amostra. |
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Atende a norma ASTM D93 - NBR 14598
Objetivo: método de determinação da temperatura de fulgor e inflamação em líquidos voláteis e com temperaturas de fulgor de 40 a 360ºC em óleos lubrificantes e combustíveis.
Neste método de ensaio uma determinada quantidade amostra é aquecida em um aparelho do tipo Pensky-Martens, que utiliza um vaso de acondicionamento de amostra fechado, porém à pressão atmosférica. Desta forma conforme a amostra é aquecida uma pequena chama (fonte de ignição) é passada a uma distância padrão sobre a superfície da amostra. Quando a amostra desprender vapores inflamáveis que em mistura com o ar, são suficientes para que ocorra uma chama rápida (“Flash”) na superfície da amostra, ou seja, ela não se estabiliza e apaga rapidamente, é determinado o ponto ou temperatura de fulgor. Segue-se o aquecimento e a passagem da chama até que a amostra inflame e a chama não se apague, nesta temperatura é determinado o ponto ou temperatura de inflamação da amostra.
Os resultados obtidos neste método de ensaio não devem ser comparados com os resultados obtidos pelo método do vaso aberto, tendo em vista que neste método há um maior acúmulo de vapores desprendidos e é esperada uma menor temperatura de fulgor e inflamação. |
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Atende a norma ASTM D88. ASTM E102, NBR 14950
Objetivo: método de ensaio que estabelece procedimentos empíricos para a determinação da viscosidade de líquidos, empregando o uso do Viscosímetro Saybolt.
Este método de ensaio permite determinar a viscosidade de líquidos em SSU – Segundos Saybolt Universal e SSF – Segundos Saybolt Furol em uma faixa de temperatura de 21°C a 99°C (70°F a 210°F), e converte-las em outras unidades de viscosidades.
Este método de ensaio não é o mais recomendado para a determinação do IV – Índice de viscosidade.. |
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